
O toque telefônico dela deveria exalar cheiro de café fresco e ser tão macio quanto o travesseiro quente por nós tantas vezes mentalizado. Aqui, meio a nada, meio a mim desconexa e meio a tudo, ele vem soar polifonicamente (e porcamente traduzido, desculpem-me...) “garota, coloque suas canções. Diga-me, qual seu som favorito?”, o que é sempre respondido com um sorriso que preenche o que há dentro e antecede o pensamento * daquilo sem cáspita * que deixa os dedos repousados, estáticos sobre o botão “ler” por dois segundos. Imaginado o que virá, a certeza de ter vindo aquilo que de forma diferente dos outros é correspondente somente a NOSSA gramática, se faz presente. E isso não muda, nem uma vez, sendo sempre tão seguro e completo de si (de nós!) que faz sentir que existe, e sempre existirá, um lar para me libertar. Amém!