quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
2015
Um beijo, 2015! Faça-se a alegria, por ora. Nesse começo de correspondência da vida. De encontros mágicos. De sorrisos largos, mãos firmes e beijos, por que não?, longos.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Para você(s).
Pare um pouquinho. Pense. Reflita e escolha. Caminho
perfeito: encha o peito de coragem e defina os limites. Jogue tudo para o alto,
se isso apetecer. Recomece. Ganhe mais beijos. Mais toques. Vários. Emoções
milhares simultâneas. Retome aquilo que perdeu. Mas, que voltou. Vá!
Só não deixe de pensar que do lado de cá (ou de lá, porque
nós trouxas do mundo somos muitos) tem uma pessoa. De carne. Osso. E,
principalmente expectativas. Construídas no silêncio, quando a sensação boa
fazia lembrança. Sabe? Não fode com tudo sendo egoísta. Os umbigos são lindos,
mas não o centro do universo. Existem outros umbigos também lindos dando sopa
por ai. Juntem-nos!
Pare um pouquinho. Pense. Relembre: houve uma palavra. Um
compromisso. Um gesto de dedicação e não existe um botão de desconectar. Virar
a chave e desligou. Não. Não pense assim. A ideia brilhante de mudar o rumo da
prosa, não é brilhante. A ideia brilhante de se reinventar, não é brilhante. A
ideia brilhante de sumir, não é brilhante.
Não deixe que as urgências valham mais que os momentos. Ou,
na real, deixe. Deixe de uma vez. Mas, diga: não. Chega! Deu. Aconteceu.
Respirei fundo e vi um mundo lindo. Melhor que este. Mais alegre. Mais festivo.
Me deu mais tesão. E você não cabe mais nele. Deixe tudo para traz. Recomece,
longe ou de onde parou, mas compartilhe. Sabe? Reciprocidade é ainda a palavra mais
bonita do mundo.
Ouçam: Brigth Idea - Ou não... rs.
sábado, 15 de agosto de 2015
Queixo-me às rosas...
Algumas semanas são mais cinzas que outras. Alguns sábados
não deveriam amanhecer. Vi, alí ontem mesmo, um grande amor morrer. Mas grandes
amores não morrem. Mas eu vi, vi morrer uma parte do amor. E é sempre assim...
o fim. Uma parte morre. Outra parte vibra, sangue vibrante circula todo o corpo
vivo enquanto o cinza preenche o outro... o cinza móbido, de um corpo gelado,
que amou. E que morreu. Dessa cena triste, veio um turbilhão de sentimentos:
perda de tempo essa bobagem de desaproveitar a vida, de se fechar para o amor,
de não viver ou de viver de mansinho. Ficou a sensação de aproveitar tudo,
agora, neste instante intenso que não pode haver outro, nunca mais. Mas, a
morte de um grande amor será sempre a morte de um pedaço (enorme) da gente.
Morrem os sonhos, os planos, os carinhos, a reciprocidade. Ver uma morte real,
(Oh! Quanto egoísmo, Marina!) me reavivou a memoria de outras tantas mortes
cotidianas e da perda do meu grande amor. Em algumas manhãs de sábado, fica a
certeza que, sim, a morte é eterna. E-T-E-R-N-A. Um fim neste momento para toda
e qualquer esperança. Um sopro gelado na alma, uma lembrança morta e nada mais.
Ponto! Não será mais, ei-lo concreto e real: foi o fim, de uma vez por toda o
lápis vermelho na caixinha.
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